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quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Lei Rouanet movimenta bilhões, gera empregos e expõe desafios na democratização da cultura

A cultura como força econômica: Lei Rouanet comprova impacto positivo no desenvolvimento do Brasil

A cultura brasileira segue reafirmando seu papel como força estratégica para o desenvolvimento do país. Mais do que expressão artística, ela se consolida como um setor que gera trabalho, renda e impacto econômico direto na vida de milhares de brasileiros.

Dados recentes da Fundação Getúlio Vargas (FGV) comprovam essa realidade. Segundo o estudo, a cada R$ 1 investido por meio da Lei Rouanet, R$ 7,59 retornam à economia brasileira, considerando impactos econômicos e sociais.

Impacto que vai além dos palcos

Somente em 2024, os projetos apoiados pela Lei Rouanet movimentaram R$ 25,7 bilhões na economia nacional, somando efeitos diretos e indiretos. No mesmo período, a renúncia fiscal efetiva ficou em torno de R$ 3 bilhões.

O dado mais expressivo, no entanto, está no retorno. A arrecadação de tributos gerada pela cadeia produtiva da cultura chegou a R$ 3,9 bilhões, superando o valor que o Estado deixou de arrecadar. Na prática, esses números desmontam o argumento de que investir em cultura gera prejuízo aos cofres públicos.

Trabalho, renda e economia local

O impacto da Lei Rouanet também se reflete de forma concreta no mercado de trabalho. Em 2024, os projetos culturais mantiveram ou geraram mais de 228 mil postos de trabalho em todo o país.

Ao longo do ano, foram realizados 567 mil pagamentos a mais de 81 mil fornecedores e profissionais. A maioria absoluta desses contratos envolveu micro e pequenas empresas, responsáveis por 85,5% dos serviços prestados.

Os valores, em grande parte abaixo de R$ 5 mil, demonstram como os recursos da Lei Rouanet circulam na base da economia, fortalecendo trabalhadores, técnicos, artistas e prestadores de serviço nos territórios onde os projetos são executados.

Um país diverso, mas ainda desigual

Apesar dos números positivos, o estudo também evidencia um desafio histórico. Cerca de 86% dos projetos seguem concentrados nas regiões Sul e Sudeste, revelando desigualdades estruturais no acesso ao fomento cultural.

Essa concentração está diretamente relacionada à lógica do incentivo fiscal, que depende majoritariamente de empresas sediadas nos grandes centros econômicos do país, onde há maior capacidade de investimento.

Sinais de mudança no mapa cultural

Mesmo diante das distorções históricas, dados mais recentes indicam avanços importantes na descentralização dos investimentos. Entre 2022 e 2025, o crescimento do valor dos projetos executados foi significativamente maior fora do eixo tradicional.

O Norte registrou crescimento de 439,9%, o Centro-Oeste de 128,1% e o Nordeste de 65,6%. Esses resultados estão associados a políticas de indução regional, como os programas Rouanet Norte e Rouanet Nordeste, criados para ampliar o acesso ao #CulturaBrasileira #EconomiaCriativa #LeiRouanet #CulturaÉTrabalho #CulturaGeraEmprego #ImpactoCultural #PolíticaCultural #FomentoÀCultura #DesenvolvimentoCultural #EconomiaDaCultura #TrabalhoECultura #InvestirEmCultura #FGV #CulturaQueTransforma #CulturaComoEconomia #OFNewsTV #CulturaNoBrasil #DemocratizaçãoDaCultura #NordesteCriativo #CulturaÉFuturo

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