segunda-feira, 3 de setembro de 2012
ACIDENTE GRAVE NA BR 010
O motorista de um strada ao atravessar a br 010 próximo ao a entrada do aeroporto de imperatriz provoca um grave acidente atingindo uma moto broz. O condutor da motocicleta fraturou uma perna e foi levado em estado grave ao pronto socorro por uma equipe do samu. O condutor do automóvel strada nada sofreu.
Hezequias (Zeca Carvalho), Jornalista - Graduado em Letras UFPA. Pós Graduado em ASCOM - UFMA
domingo, 2 de setembro de 2012
Deputado ruralista se choca com trabalho escravo no Pará.
Ao acompanhar libertação de trabalho escravo contemporâneo no Sudeste do Pará, Giovanni Queiroz (PDT/PA) admite: “Nunca vi nada tão ridículo”.
Por Bianca Pyl
“Pensei que não existisse mais isso no Brasil”. Vinda do deputado federal Giovanni Queiroz (PDT/PA) – integrante da bancada ruralista, que costuma contestar a existência de trabalho escravo contemporâneo no país -, a declaração relativa à situação enfrentada por oito vítimas desta forma de exploração desumana no Sudeste do Pará ganha em consistência.
Junto com seus pares Cláudio Puty (PT/PA), Walter Feldman (PSDB/SP) e Ivan Valente (PSol/SP), respectivamente presidente, relator e membro da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Trabalho Escravo aberta no Congresso Nacional, o congressista acompanhou operação do grupo móvel de fiscalização e combate ao trabalho escravo realizada semana passada.
Junto com seus pares Cláudio Puty (PT/PA), Walter Feldman (PSDB/SP) e Ivan Valente (PSol/SP), respectivamente presidente, relator e membro da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Trabalho Escravo aberta no Congresso Nacional, o congressista acompanhou operação do grupo móvel de fiscalização e combate ao trabalho escravo realizada semana passada.
Grupo de trabalhadores estava alojado em barracos de lona e não recebia salários (Fotos: MTE)
O grupo foi resgatado na execução do chamado “roço de juquira” (abertura para a expansão da pastagem para atividade pecuária) da Fazenda Alô Brasil, que pertence a Luís Batista Mariano, localizada em Rio Preto, zona rural do município de Marabá (PA). A propriedade tem cerca de 500 alqueires (em torno de 1,2 mil hectares), com aproximadamente 800 cabeças de gado.
Composta também por integrantes do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), do Ministério Público do Trabalho (MPT) e da Polícia Federal (PF), a fiscalização encontrou trabalhadores em condições degradantes (alojados em barracos precários de lona e terra de chão batido, sem acesso à água potável, à alimentação adequada e à banheiro), sob isolamento geográfico, sem receber salários há dois meses, submetidos tanto à servidão por dívida e como a jornadas exaustivas do início da manhã até o anoitecer.
“Vimos uma situação vergonhosa, constrangedora. Nunca vi nada tão ridículo”, descreveu o ruralista Giovanni Queiroz. De acordo com ele, o proprietário não tinha “nenhuma desculpa” para tratar os empregados de tal maneira, pois a fazenda era de meio porte, inclusive com “curral bem feito”.
O deputado Cláudio Puty, que já acompanhou uma fiscalização de combate ao trabalho escravo urbano em São Paulo (SP), também ficou impressionado com o que viu. “Uma coisa é você saber o que é trabalho degradante pela letra da lei e outra é ver uma situação chocante como essa”, avaliou.
Quadro
Foram cinco horas de estrada de terra até a fiscalização alcançar a fazenda. “O local é de difícil acesso e o povoado mais próximo fica a 30 quilômetros da fazenda”, salientou Ivan Valente, outro parlamentar que esteve na operação, enfatizando o grau de dificuldade de acesso ao local.
Os regatados foram atraídos pela promessa de ganhar R$ 130 por alqueire convertido em pasto – o que, em média, levaria 15 dias. Contudo, o empregador não cumpriu a promessa. Há cerca de dois meses no local, tinham sido contemplados apenas com pequenos adiantamentos, que posteriormente seriam descontados de seus vencimentos. Sem salários, eles viam que dificultava ainda mais o deslocamento da Fazenda Alô Brasil.
Composta também por integrantes do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), do Ministério Público do Trabalho (MPT) e da Polícia Federal (PF), a fiscalização encontrou trabalhadores em condições degradantes (alojados em barracos precários de lona e terra de chão batido, sem acesso à água potável, à alimentação adequada e à banheiro), sob isolamento geográfico, sem receber salários há dois meses, submetidos tanto à servidão por dívida e como a jornadas exaustivas do início da manhã até o anoitecer.
“Vimos uma situação vergonhosa, constrangedora. Nunca vi nada tão ridículo”, descreveu o ruralista Giovanni Queiroz. De acordo com ele, o proprietário não tinha “nenhuma desculpa” para tratar os empregados de tal maneira, pois a fazenda era de meio porte, inclusive com “curral bem feito”.
O deputado Cláudio Puty, que já acompanhou uma fiscalização de combate ao trabalho escravo urbano em São Paulo (SP), também ficou impressionado com o que viu. “Uma coisa é você saber o que é trabalho degradante pela letra da lei e outra é ver uma situação chocante como essa”, avaliou.
Quadro
Foram cinco horas de estrada de terra até a fiscalização alcançar a fazenda. “O local é de difícil acesso e o povoado mais próximo fica a 30 quilômetros da fazenda”, salientou Ivan Valente, outro parlamentar que esteve na operação, enfatizando o grau de dificuldade de acesso ao local.
Os regatados foram atraídos pela promessa de ganhar R$ 130 por alqueire convertido em pasto – o que, em média, levaria 15 dias. Contudo, o empregador não cumpriu a promessa. Há cerca de dois meses no local, tinham sido contemplados apenas com pequenos adiantamentos, que posteriormente seriam descontados de seus vencimentos. Sem salários, eles viam que dificultava ainda mais o deslocamento da Fazenda Alô Brasil.
Água usada era a mesma disponível ao gado; não havia sanitários e alimentação era escassa
A água consumida pelos resgatados – para tomar banho, matar a sede e cozinhar – era a mesma consumida pelo gado. As vítimas dormiam em barracas de lona abertas, sem nenhuma proteção. “Na região, o calor é intenso e, durante a noite, é muito frio. Os trabalhadores estavam expostos, ao relento”, completou o experiente deputado do PSol.
Somente o vaqueiro dormia em um cômodo de alvenaria. Contudo, o local servia de depósito para agrotóxicos e combustível, entre outras coisas, e também estava em péssimas condições. Não havia instalações sanitárias no local, o que obrigava os empregados a utilizar o mato como banheiro.
A alimentação era preparada por um dos trabalhadores, que recebia um adiantamento e comprava a comida, que era escassa. A carne consumida pelos trabalhadores estava estragada, com moscas.
A jornada de trabalho era extensa, iniciando por volta das 6h30 até o anoitecer, de segunda à sábado. Aos domingos, os trabalhadores costumavam pescar para tentar compensar a falta de comida à disposição. Por conta da distância e da falta de dinheiro, não saíam da propriedade.
Os auditores fiscais encontraram cadernos com anotações de dívidas referentes à compra de fumo, botas e sabonetes, entre outros itens. Ninguém tinha a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) preenchida. Conjuntos completos de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) não eram fornecidos.
De acordo com o auditor fiscal Benedito de Lima e Silva Filho, coordenador da fiscalização, foram lavrados 12 autos de infração contra o empregador, que pagou as verbas rescisórias no total de R$ 25 mil.
Representado pelo procurador do trabalho Allan de Miranda Bruno na fiscalização, o MPT firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com os responsáveis pela área que prevê indenização de R$ 30 mil por danos morais coletivos e outros R$ 10 mil por danos morais individuais.
Representado pelo procurador do trabalho Allan de Miranda Bruno na fiscalização, o MPT firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com os responsáveis pela área que prevê indenização de R$ 30 mil por danos morais coletivos e outros R$ 10 mil por danos morais individuais.
ComissãoNa visão de Benedito, a participação de congressistas na fiscalização ajuda a desmistificar as ações empreendidas contra esse tipo de crime. “Eu achei de suma importância a participação dos deputados nesta operação. Ao longo do tempo, quem não acompanha o combate ao trabalho escravo tende a não compreender a situação que relatamos. Alguns acham até que o grupo móvel exagera. Mas, nesta ocasião, os parlamentares puderam ver que os relatórios correspondem à realidade”, avaliou Benedito, que tem mais de dez anos de experiência no combate ao trabalho escravo.
Para Ivan Valente, a presença de um integrante da bancada ruralista (Giovanni Queiroz) foi muito positiva para conferir in loco a situação em que brasileiras e brasileiros ainda vivem, que é a de “incontestável” escravidão contemporânea, “uma fotografia real do trabalho escravo”.
O presidente da CPI, Cláudio Puty informou que apresentará proposta na próxima reunião administrativa da comissão, marcada para a próxima quarta-feira (05/09), solicitando que os proprietários autuados nas últimas fiscalizações rurais, incluindo Luís Batista Mariano, da Fazenda Alô Brasil, sejam convocados para prestar depoimentos aos parlamentares.
Para Ivan Valente, a presença de um integrante da bancada ruralista (Giovanni Queiroz) foi muito positiva para conferir in loco a situação em que brasileiras e brasileiros ainda vivem, que é a de “incontestável” escravidão contemporânea, “uma fotografia real do trabalho escravo”.
O presidente da CPI, Cláudio Puty informou que apresentará proposta na próxima reunião administrativa da comissão, marcada para a próxima quarta-feira (05/09), solicitando que os proprietários autuados nas últimas fiscalizações rurais, incluindo Luís Batista Mariano, da Fazenda Alô Brasil, sejam convocados para prestar depoimentos aos parlamentares.
Fonte: Repórter Brasil
Hezequias (Zeca Carvalho), Jornalista - Graduado em Letras UFPA. Pós Graduado em ASCOM - UFMA
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Justiça aceita denúncia contra Curió por crimes no Araguaia.
Rio e São Paulo Pela primeira vez desde a democratização, uma ação criminal proposta contra um militar por atos cometidos durante a ditadura foi aceita pela Justiça brasileira. A juíza federal Nair Cristina Corado Pimenta de Castro, do Tribunal Regional da 1ª Região, Subseção de Marabá, decidiu receber ontem as denúncias do Ministério Público Federal (MPF) contra os major reformado Lício Augusto Maciel e contra o coronel reformado Sebastião Rodrigues de Moura, mais conhecido como Major Curió. Ambos são acusados em diferentes processos pelo crime de sequestro e terão 10 dias para responder por escrito pelas acusações do MPF.
"Como ato de perdão, é ato que se volta ao passado; é tomada de posição de quem olha para trás e se determina a esquecer, a desconsiderar o que passou. Na hipótese dos autos, entretanto, está-se diante de algo que não passou, de evento que, em tese, não ficou no passado, antes perdura até que os indícios de sua permanência sejam suplantados por elementos evidenciadores de sua cessação", escreveu a juíza.
Denúncia se refere a 6 desaparecidos
No caso de Curió, ele é acusado de sequestro qualificado de cinco pessoas na Guerrilha do Araguaia. Curió comandou as tropas que atuaram na região em 1974, época dos desaparecimentos de Maria Célia Corrêa (Rosinha), Hélio Luiz Navarro Magalhães (Edinho), Daniel Ribeiro Callado (Doca), Antônio de Pádua Costa (Piauí) e Telma Regina Corrêa (Lia). Já o major Maciel é acusado do sequestro de Divino Ferreira de Souza (Nunes).
A decisão da Justiça foi comemorada pelo procurador da República e coordenador do grupo de trabalho Justiça de Transição, Ivan Marx, responsável pela denúncia.
"É a primeira que o Judiciário se engaja e assume o seu papel dentro das obrigações do Estado na Justiça Transicional. O que aconteceu é uma questão de amadurecimento institucional democrático. Demorou muito tempo para esse tipo de assunto ser tratado no Brasil. As investigações vêm desde de 2008, mas por que demorou tanto? E por que só agora temos uma Comissão da Verdade? São reflexões que temos que fazer", afirmou Marx.
A primeira vez que a ação contra o Major Curió foi proposta o pedido foi negado, mas a juíza reformou a decisão sob o mesmo argumento utilizado para aceitar a denúncia contra o major. Outra ação do tipo foi proposta na Justiça de São Paulo contra o coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra e negada este ano.
Também ontem, a Comissão Nacional da Verdade (CNV) encaminhou ao Juízo de Registros Públicos de São Paulo uma recomendação para que seja retificado o atestado de óbito do jornalista Vladimir Herzog, o Vlado, morto nos porões da ditadura em outubro de 1975. Para a comissão, deve constar no atestado "morte por decorrência de lesões e maus tratos sofridos durante interrogatório em dependência do II Exército (DOI/CODI)". Hoje, a causa da morte declarada é "asfixia mecânica".
A recomendação é um pedido da viúva do jornalista, Clarice Herzog que também solicitou a reabertura da investigação sobre a morte do marido. A versão dos militares era de que Herzog teria cometido suicídio na prisão.
"A retificação do atestado de óbito é muito importante porque ele foi um instrumento de sustentação dessa farsa de suicídio. E é preciso derrubar essa sustentação", disse o filho de Vlado, Ivo Herzog.
Extraído de: OAB - Rio de Janeiro
Hezequias (Zeca Carvalho), Jornalista - Graduado em Letras UFPA. Pós Graduado em ASCOM - UFMA
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Prefeito é afastado por atraso no pagamento dos servidores.
Na sentença, o juiz Celso Serafim Júnior determinou, também, que o vice-prefeito do município, Gilsimar Pereira, assuma o cargo e que o secretário de Finanças providencie, no prazo de 24 horas, o pagamento de todos os servidores do Município com remunerações atrasadas, sob pena de prisão em flagrante por crime de desobediência.
De acordo com depoimentos de testemunhas prestados na Promotoria, alguns servidores estão sem receber desde o mês de março. Em razão do atraso, algumas categorias decidiram entrar em greve, interrompendo quase todos os serviços públicos do município, inclusive saúde e educação infantil.
A promotora de justiça Glauce Mara Lima Malheiros, da Comarca de São Pedro da Água Branca, justificou o pedido de afastamento do gestor, por violação dos princípios constitucionais da legalidade, da finalidade e, principalmente, o da moralidade administrativa.
“O pedido de afastamento liminar, sem audiência prévia, justifica-se, devido ao fato de
que o prefeito, como chefe do executivo deste Município, estando em contato direto com a máquina burocrática da Administração Municipal, possa vir a influir na apuração da irregularidade”, explicou a promotora.
Da Assessoria do MP
Hezequias (Zeca Carvalho), Jornalista - Graduado em Letras UFPA. Pós Graduado em ASCOM - UFMA
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
CHAPADINHA: Candidata a Vereadora é Agredida
Na manhã desta quarta-feira (29) a jornalista Brendha Gomes (leia-se site Local Notícias) noticiou em sua página pessoal na rede social Facebook, que a candidata a vereadora Izamara Syndys (filha do radialista Mandioquinha) teria sido agredida e encaminhada ao Hospital Regional Antonio Pontes de Aguiar (HAPA).
Segundo a nota, a vítimada estava visitando algumas casas no bairro Campo Velho quando foi abordada por uma pessoa não identificada perguntando se ela era filha de Mandioquinha, assim que ela se identificou, ela foi agredida com socos e pontapés até desmaiar.
Confira abaixo o recorte da nota divulgada por Brendha Gomes:
Hezequias (Zeca Carvalho), Jornalista - Graduado em Letras UFPA. Pós Graduado em ASCOM - UFMA
Policial é assassinado em Buriticupu/Ma
O policial militar conhecido por "Elisvan," foi assassinado na noite desta terça-feira 28/08/2012, segundas informações ele foi executado no povoado (Sagrima) município de Buriticupu, ele foi atingido com uma paulada na cabeça e logo em seguida foi efetuado vários disparos de revólver, o policial se encontrava de folga e estava tomando com amigos em um bar do município, ninguém ainda sabe o motivo do assacinato.
A polícia estar trabalhando com investigações para poder chegar aos assassinos, as investigações estão sendo mantidas em sigilo para que facilita o trabalho da polícia.
Fonte/noticiariog15.blogspotEm breve mais informações do acontecido!
Hezequias (Zeca Carvalho), Jornalista - Graduado em Letras UFPA. Pós Graduado em ASCOM - UFMA
Açailândia: Gleide Santos 15 participa de reunião com eleitores na Vila Tancredo Neves.
“Parece que o programa eleitoral gratuito na TV e no Rádio, começa a fazer os eleitores tomarem gosto de participar das mobilizações políticas do 15 cada vez mais.”
No encontro com os moradores, Gleide
Santos 15 disse que vai lutar por recursos pela pavimentação e
saneamento básico das ruas de Açailândia, melhorar o sistema de coleta
de lixo empregando mais garis que voltarão a ser empregados da
prefeitura e não mais contratados por empresas tercerizadas, construir
de fato áreas de lazer para a população revitalizando rios e lagoas,
melhorar as condições de acessos em algumas ruas diminuindo as calçadas, ampliar o serviço de atendimento médico, levando mais saúde para o cidadão.
“Isso não é só promessa de campanha. É
um compromisso que assumo com os moradores da vila Tancredo Neves. E
quero fazer muito mais. Por isso é que um dos nossos programas de
governo é o uso honesto do Orçamento Participativo, onde vamos discutir
com cada morador sobre os investimentos e o que consideram prioridade na
sua rua, no seu bairro. Não faremos uma administração trancada
nos gabinetes. Vamos administrar Açailândia junto com o povo durante os
04 quatro anos, nas ruas, nos bairros, nas discussões com a comunidade.
Isso sim é governar de verdade, com responsabilidade e olhando no olho
de cada Açailandense”, complementou a candidata a prefeita de
Açailândia, Gleide Santos 15.
A mobilização contou com as presenças
de vários membros do Grupão de Oposição; O candidato a vice-Prefeito
Juscelino Oliveira (PP), Zetinha Sampaio (PDT), Irmão Carlos (PMN) e
todos os candidatos à vereadores da coligação “Açailândia é de todos
nos”.
Asessoria
Hezequias (Zeca Carvalho), Jornalista - Graduado em Letras UFPA. Pós Graduado em ASCOM - UFMA
Assinar:
Postagens (Atom)
Lei Rouanet movimenta bilhões, gera empregos e expõe desafios na democratização da cultura
A cultura como força econômica: Lei Rouanet comprova impacto positivo no desenvolvimento do Brasil A cultura brasileira segue reafirmand...
-
Os trabalhos de artistas e artesãos açailandenses viram atração no setor comercial nesta manhã de segunda feira. Os artesões ...
-
30/09/2017 WhatsApp O FBI revelou que o governo dos EUA sabia que Adolf Hitler estava vivo e, em 1984, ele estava morando na Co...
![[Vanderl%25C3%25BAcio%2520Ribeiro%255B4%255D.jpg]](http://lh6.ggpht.com/-vM9yQpykR-4/UD7L82EQk5I/AAAAAAAAPPc/r4PhlPZvk4M/s1600-rw/Vanderl%2525C3%2525BAcio%252520Ribeiro%25255B4%25255D.jpg)
