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sábado, 14 de abril de 2012

PSC lança oficialmente a pré candidatura do Pastor José Alves Cavalcante em Açailândia.


Açailândia - Na tarde de hoje, 13 de Abril de 2012, o PSC - Partido Social Cristão, lançou a candidatura do pastor José Cavalcante a prefeito do município de Açailândia. A cerimônia com o anúncio à sociedade, ou seja, a cerimônia oficial acontecerá no dia 05 de Maio de 2012, às 8h30m no Zepellin Eventos, com a participação das lideranças regionais e nacionais da legenda. Na reunião do Diretório Municipal, que contou com a presença dos militantes de todo o município, ficou decidido que o PSC se empenhará com todas as forças para que o candidato da oposição seja eleito, e que trabalhará incansavelmente para que o nome a encabeçar a chapa do grupão seja o pastor José Alves Cavalcante. Já o pastor Cavalcante, em seu pronunciamento, afirmou que será candidato pelo grupão e se não for o escolhido, lutará com todas as forças para que o grupão vença a eleição de 2012.
Diretório PSC regional

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Deu na ISTOÉ: O enrolado Marcos Play

Por Izabelle Torres, da ISTOÉ:
O deputado maranhense Marcos Caldas (PRB) sempre foi um político com pouca expressão e sem prestígio entre mandachuvas de seu Estado. Ao assumir a vice-presidência da Assembleia Legislativa, no ano passado, ele também não se destacou nem apresentou projetos relevantes. Apesar disso, uma sucessão de impedimentos dos sucessores naturais da governadora Roseana Sarney o levou à cadeira de governador do Maranhão por dez dias, enquanto a ocupante do posto viajava para os Estados Unidos.
Deputado Marcos Caldas
O breve reinado de Caldas, porém, acaba neste domingo 15 (na verdade já acabou). O tempo que passou no cargo serviu para que inaugurasse obras em seus currais eleitorais e visitasse correligionários usando helicóptero oficial. Os compromissos eleitoreiros ofuscaram por alguns dias o real problema que o deputado enfrenta desde o mês passado. Ele foi incluído nas investigações da Polícia Federal sobre o assassinato de uma estudante no Piauí e virou suspeito de envolvimento com uma rede de prostituição interestadual.
O nome de Marcos Caldas, conhecido como Marcos Play, aparece em escutas telefônicas com amigas da jovem Fernanda Lages, que morreu em agosto de 2011, jogada de uma altura de 26 metros de um prédio de Teresina. Uma delas é Nayara Veloso, que promovia festas e encontros de figurões da política e empresários com belas estudantes.
Nayara foi presa acusada de esconder informações relevantes para as investigações sobre o caso. Coincidentemente, quem fez sua defesa foi o escritório de Ronaldo Ribeiro, um advogado do Maranhão que é amigo pessoal de Marcos Caldas e costumava ir com ele ao Piauí.
O deputado conhecia a jovem assassinada, mas sempre negou aproximação. Mesmo assim, a PF, que entrou no caso a pedido do governador do Piauí, Wilson Martins, convocou o político para prestar depoimento. Como tem a prerrogativa de escolher data e local, Caldas ainda não depôs.
Fontes da PF afirmam que o objetivo é esclarecer qual a relação do parlamentar com a vítima e com suas amigas acusadas de promover e frequentar boates acompanhadas de políticos. Caldas admite conhecer as garotas e participar de festas em Teresina. Nega, no entanto, aproximação com elas. Inclusive com Nayara, que, segundo as investigações, usava o carro oficial do político para buscá-lo no aeroporto.
Conhecido pelo gosto por festas e relações com garotas de programa, o governador interino do Maranhão também carrega outras suspeitas no currículo, que tem mais a ver com sua conduta na vida pessoal do que com corrupção política. Marcos Caldas estaria num veículo que atropelou dois jovens em junho de 2011 e não prestou socorro. Também teria atirado em um segurança. Como se vê, Marcos Play, o breve, tem muito a explicar.

Ex-ministro José Dirveu foi alvo constante da Veja, de Roberto Civita
Acostumada a provocar CPIs, a revista Veja está prestes a se tornar protagonista de uma Comissão Parlamentar de Inquérito no Congresso Nacional. Tudo em função das estreitas ligações entre o redator-chefe da revista, Policarpo Júnior, e o contraventor Carlinhos Cachoeira. Os dois trocaram mais de 200 telefonemas no último ano. Em conversas interceptadas pela Polícia Federal, Cachoeira se vangloriou de ter repassado diversos furos de reportagem ao jornalista – muitos deles, fruto de grampos ilegais. Num outro diálogo, o bicheiro deu ordens a um assessor para que buscasse Policarpo no “aeroporto pequeno”, num indício de que talvez tenha mandado um avião particular buscá-lo.
Essa relação estreita fará com que a CPI de Carlos Cachoeira se transforme também na “CPI da Veja”, como definiu o jornalista Ricardo Noblat, do Globo. Por isso mesmo, nesta sexta-feira, discutiu-se na Abril se a melhor saída não seria o afastamento de Policarpo – ainda que temporário – para tentar estancar o problema. Até agora, Veja se mostrou acuada e não defendeu abertamente seu redator-chefe.
Duas semanas atrás, num box dentro de uma matéria sobre o caso Cachoeira, Veja apenas publicou um diálogo entre o bicheiro e o araponga Jairo Martins, onde os dois exaltam as qualidades do jornalista. Depois, soube-se que, no diálogo completo, os dois também falavam de negócios na área educacional que foram retratados numa capa posterior de Veja. Do diretor de redação da revista, Eurípedes Alcântara, não se leu uma única linha em defesa de Policarpo Júnior após o escândalo. Até agora, o único que saiu em sua defesa, na Abril, foi o blogueiro Reinaldo Azevedo.
Em situações anteriores, Veja adotou uma postura mais agressiva. Anos atrás, quando alguns de seus jornalistas foram convocados a prestar esclarecimentos pela Polícia Federal, a revista publicou editoriais, reportagens e uma coluna de Diogo Mainardi repreendendo a atitude da PF. A cautela de agora talvez decorra do desconhecimento sobre o teor total dos grampos, que vêm sendo vazados seletivamente.
A estratégia de gestão de crise da Abril é semelhante à que se adota em governos. No Distrito Federal, o chefe de gabinete de Agnelo Queiroz, Claudio Monteiro, pediu afastamento quando seu nome foi citado em conversas com Carlos Cachoeira. No governo de Goiás, o procurador-geral do Estado, Ronald Bicca, acaba de se afastar, numa estratégia de contenção de danos.
Ocorre que Policarpo tem décadas de Veja e é querido na redação. É simpático, afável e tem um histórico de serviços prestados à revista. Por isso mesmo, a decisão ainda não foi tomada. Neste fim de semana, às vésperas da CPI que investigará seus métodos, Veja dificilmente conseguirá preservar o silêncio. A resposta virá na manhã deste sábado.
O alerta de Noblat já excita o jornalista Mino Carta, primeiro diretor de redação da revista da Abril, que hoje comanda a sua Carta Capital. Na edição desta semana, que acaba de chegar às bancas, ele dedica a capa ao tema e enumera quem teria medo da investigação.
Seriam eles o senador Demóstenes Torres, os governadores Marconi Perillo e Agnelo Queiroz, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal, e a revista Veja.     O deputado Fernando Ferro (PT/PE), que criou a expressão “PIG – Partido da Imprensa Golpista”, já avisou que um dos primeiros convocados será Roberto Civita, presidente da Editora Abril, que, caso a convocação seja aprovada, experimentará constrangimento semelhante ao de Rupert Murdoch, quando depôs no parlamento inglês para explicar a utilização de grampos ilegais por seus jornalistas.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

BEBÊ DE NÚMERO 45 000 MIL NASCE ENFRENTE AO HOSPITAL MUNICIPAL DE AÇAILÂ...

A coisa anda feia na saúde pública de Açailândia. Um vídeo postado na internet mostra uma mulher parindo dentro de um carro em frente ao hospital da cidade, administrada pelo tucano Ildemar Gonçalves. Ela foi ajudada apenas por um guarda da Samu. Só após o parto improvisado, a mãe foi levada para dentro da unidade. Clique e veja:


UTILIDADE PÚBLICA! 

COMPARTILHE.MUITO INTERESSANTE!!! 

Cinco informações úteis não divulgadas! Principalmente a QUARTA 1. Quem quiser tirar uma cópia da certidão de nascimento, ou de casamento, não precisa mais ir até um cartório, pegar senha e esperAr um tempão na fila. O cartório eletrônico, já está no ar! Nele você resolve essas (e outras) burocracias, 24 horas por dia, on-line. Cópias de certidões de óbitos, imóveis, e pro...testos também podem ser solicitados pela internet. Para pagar é preciso imprimir um boleto bancário. Depois, o documento chega por Sedex. Passe para todo mundo, que este é um serviço da maior importância. 2. DIVULGUE. É IMPORTANTE: AUXÍLIO À LISTA Telefone 102... não! Agora é: 08002800102 Vejam só como não somos avisados das coisas que realmente são importantes...... NA CONSULTA AO 102, PAGAMOS R$ 1,20 PELO SERVIÇO. SÓ QUE A TELEFÔNICA NÃO AVISA QUE EXISTE UM SERVIÇO VERDADEIRAMENTE GRATUITO. Não custa divulgar para mais gente ficar sabendo. 3. Importante: Documentos roubados - BO (boletim de occorrência) dá gratuidade - Lei 3.051/98 - VOCÊ SABIA??? Acho que grande parte da população não sabe, é que a Lei 3.051/98 que nos dá o direito de em caso de roubo ou furto (mediante a apresentação do Boletim de Ocorrência), gratuidade na emissão da 2ª via de tais documentos como: Habilitação (R$ 42,97); Identidade (R$ 32,65); Licenciamento Anual de Veículo (R$ 34,11).. Para conseguir a gratuidade, basta levar uma cópia (não precisa ser autenticada) do Boletim de Ocorrência e o original ao Detran p/ Habilitação e Licenciamento e outra cópia à um posto do IFP.. 4. ARTISTA FAMOSOS FICAM EM FORMA COM EXERCICIO E DIETA? Tudo mentira, os famosos tem uma receita secreta que deixa o corpo em forma sem esforço, porisso conseguem perder peso muito rapido. Tem uma coluna que mostra como funciona - http://www.materiadosfamosos.com.br/ 5. MULTA DE TRANSITO : essa você não sabia No caso de multa por infração leve ou média, se você não foi multado pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar multa. É só ir ao DETRAN e pedir o formulário para converter a infração em advertência com base no Art. 267 do CTB. Levar Xerox da carteira de motorista e a notificação da multa.. Em 30 dias você recebe pelo correio a advertência por escrito. Perde os pontos, mas não paga nada. Código de Trânsito Brasileiro Art. 267 - Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa. DIVULGUEM PARA O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS POSSÍVEL. VAMOS ACABAR COM A INDÚSTRIA DA MULTA!!!!

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Aposentadoria parlamentar: um outro escândalo na AL…

O processo de aposentadoria de deputados estaduais, que vigorou até 2005, é outro escândalo, de proporções tão grandes ou maiores que o caso dos 18 salários.

Entre parlamentares que se aposentaram nos extertores do antigo Fundo de Pensão Parlamentar, saqueado até a extinção, há casos de gente que sequer era deputado.
O esquema da aposentadoria funcionou assim: por exigência da lei, os fundos de pensão do Congresso Nacional e das assembleias legislativas – que garantiam aposentadoria com apenas oito anos de trabalho - deveriam ser extintos.
Na Assembleia maranhense existia o Fundo de Pensão Parlamentar (FPP), que, além de aposentar, também fazia empréstimos a deputados e diretores da Casa.
Em 2005 expirou o prazo para extinção do FPP. Os débitos milionários de deputados foram absorvidos pelo erário estadual.
Na ocasião, aos deputados que estavam no exercício do mandato, foi facultado o direito de pagar o equivalente aos oito anos de mandato e garantir aposentadoria proporcional.
Na época, beneficiaram-se do privilégio deputados como Pavão Filho (PDT), Joaquim Haickel (PMDB), Stênio Rezende (PMDB), Maura Jorge (DEM), entre outros.
Um deles, no entanto, sequer exercia o mandato parlamentar.
O atual líder da oposição, Marcelo Tavares (PSB), tinha sido deputado entre 1994 e 1998, quando deixou a Assembléia. Em 2005, exercia o posto de secretário de Articulação Política do governo do tio, José Reinaldo Tavares (PSB).
Mesmo assim, teve a concessão para pagar o equivalente a mais um mandato – que não havia exercido - completando os dois mandatos mínimos para o direito à aposentadoria.
Marcelo se aposentou, portanto, com 31 anos.
Todas as pensões parlamentares são pagas hoje pelo erário estadual, que deveria também exigir pagamento dos empréstimos devidos.
O detalhe mais curioso é que, ao contrário do Poder Executivo, no poder Legislativo os deputados podem acumular a aposentadoria pública com o subsídio de parlamentar.
Deputados como Manoel Ribeiro (PTB), Arnaldo Melo (PMDB) e Carlos Alberto Milhomem (PSD), por exemplo, recebem subsídio integral de R$ 20,5 - mais vantagens - acumulado com a aposentadoria parlamentar.
E a viúva paga a conta…
Fonte/wiltonlima 

Pedido de vista suspende julgamento de ação que questiona criação de municípios no Maranhão.

Pedido de vista dos desembargadores Marcelo Carvalho Silva e Raimundo Nonato Sousa suspendeu o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) ajuizada pela seccional maranhense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/MA) contra a Resolução n.º 618/2011 da Assembleia Legislativa, que regulamenta a criação de novos municípios.
Ao proferir o seu voto, o desembargador Bernardo Rodrigues, relator da matéria, manteve a posição de que o parágrafo único do artigo 1º do referido ato normativo confronta a Constituição Estadual em seu artigo 10. “Neste ponto, há um evidente confronto com a lei estadual quando a Resolução que diz que cabe à Mesa Diretora expedir Ato definindo o período para o recebimento do requerimento para criação de municípios”, destacou.
Pedido de vista foi feito pleos desembargadores Marcelo Carvalho e Raimundo Nonato Sousa
Acompanharam o relator os desembargadores Stélio Muniz, Benedito Belo, Jamil Gedeon, Raimunda Bezerra e José Joaquim Figueiredo dos Anjos. Os desembargadores Jorge Rachid, Cleonice Freire e Nelma Sarney divergiram e entendem que o assunto não deveria ser objeto de Adin.
Inconstitucional
O entendimento da OAB/MA é de que a resolução da AL/MA é inconstitucional. O advogado Rodrigo Lago disse que a Constituição Federal determina a exigência de edição de lei complementar federal a fim de estabelecer prazos para a criação de municípios. Ressaltou que o Supremo Tribunal Federal (STF) fixou prazo para o Congresso Federal criar a lei, o que até hoje não foi cumprido. Argumentou que a omissão federal não pode ser substituída por resolução administrativa.
Convidado por Lago a complementar o tempo de sustentação destinado à OAB, o presidente da seccional maranhense da Ordem, Mário Macieira, questionou quais seriam os interesses da resolução da Assembleia e disse haver exemplos de malversação de verbas nos municípios criados mais recentemente no estado.
Lei Federal
O procurador da Assembleia Legislativa, Djalma Brito, sustentou que a resolução estabelece prazos somente no âmbito da própria Assembleia Legislativa. Segundo ele, o ato do legislativo, em momento algum, determina prazo para criação de municípios.
“A possível criação de municípios atenderá aos prazos estipulados pela lei federal. Todo município é criado por uma lei estadual, precedida de estudos de viabilidade e consulta pública”, afirmou Brito, acrescentando que é a partir do plebiscito que se inicia a parte à qual a Constituição se refere.
O parecer do Ministério Público, apresentado pelo procurador de Justiça, Eduardo Nicolau, foi pela inconstitucionalidade da resolução. O entendimento da Procuradoria Geral de Justiça é de que a Assembleia Legislativa carece de competência para regular a matéria e, mesmo que tivesse, jamais poderia fazê-lo por meio de resolução.
Fonte/Décio Sá

Deputados culpam imprensa por fim dos 18 salários

Sob protesto de alguns deputados, a Assembleia Legislativa aprovou nesta quarta-feira  o corte de dois dos três salários extras por ano pago aos parlamentares maranhenses. Com isso, os deputados passarão a receber 15 salários anulamente.
Durante a sessão, também foi lida proposta do líder do governo, César Pires (DEM), determinando o fim da ajuda de custo de pouco mais de R$ mil de auxílio saúde para ex-deputados.
Sobre a redução dos salários, o líder disse que a Assembleia “pagou o preço da protelação” ao ser exposta mais uma vez de forma negativa em nível nacional. “Foi um desgaste desnecessário porque essa resolução foi proposta desde o dia 5 de março e não foi votada. Pagamos o preço da protelação”, disse.
O presidente da Casa, Arnaldo Melo (PMDB), explicou que a Assembleia do Maranhão passa a acompanhar rigorosamente a Câmara Federal no que diz respeito à remuneração dos parlamentares. Ou seja: cada deputado, no início e no término de cada sessão legislativa (1 ano), terá direito a uma ajuda de custo no valor correspondente a um subsídio, de pouco mais de R$ 20 mil
“Se, posteriormente, a Câmara Federal decidir mudar, a Mesa Diretora voltará a se reunir e a deliberar nesse sentido”, afirmou Arnaldo Melo. Com a mudança, o Decreto Legislativo, em seu artigo 4º, passa a ter seguinte redação: “É devida ao parlamentar, no início e término de cada sessão legislativa, ajuda de custo no valor correspondente a um subsídio”.
Discussão em Plenário
Durante a sessão ordinária, os deputados Bira do Pindaré (PT), Raimundo Cutrim (PSD), Cleide Coutinho (PSB), Manoel Ribeiro (PTB), Graça Paz (PDT) e César Pires (DEM) ocuparam a tribuna para manifestar seu ponto de vista sobre a matéria.
Bira do Pindaré defendeu a proposta de redução dos 18 salários dos deputados para 13 e não para 15, como fora defendido por outros parlamentares. “Se o servidor público tem 13 salários ao ano, o deputado também tem que ter 13 salários ao ano, e assim por diante”, afirmou Bira do Pindaré, assinalando que ingressou com um requerimento em que pede à Mesa providências para corrigir todas as distorções que possam existir em relação ao salário dos deputados.
Em seu pronunciamento, Raimundo Cutrim foi enfático ao afirmar que a Assembleia Legislativa foi vítima de “uma campanha sórdida da Mirante” que, segundo ele, em vez de bem informar a população, tentou criar uma falsa idéia sobre a verba indenizatória paga aos parlamentares maranhenses. Nesse ponto ele foi injusto com a emissora porque quem estoutrou o escândalo em nível nacional foi o jornal Folha de S. Paulo.
No mesmo tom, Manoel Ribeiro fez um discurso de protesto e de repúdio “contra as gangues que querem desmoralizar o Parlamento brasileiro e, especialmente, a Assembleia Legislativa do Maranhão”.
As deputadas Cleide Coutinho e Graça Paz louvaram a iniciativa da Mesa Diretora de apresentar o projeto para contornar o problema: “Toda situação difícil que traz sofrimento e constrangimento tem que ser encarada de frente, sem desvios de conduta, sem se esconder. Então eu acho que nós vamos começar a melhorar, a caminhar na estrada certa para que possamos realmente nos igualar aos demais trabalhadores”, afirmou Cleide Coutinho.
Graça Paz lamentou a “orquestração feita contra a nossa Casa Legislativa, com a clara intenção de indispor os deputados contra a sociedade”.
Só muito óleo de peroba nesses deputados!
Fonte/Décio Sá

Lei Rouanet movimenta bilhões, gera empregos e expõe desafios na democratização da cultura

A cultura como força econômica: Lei Rouanet comprova impacto positivo no desenvolvimento do Brasil A cultura brasileira segue reafirmand...